Sugestão de Estratégia

  • Saudações Comandantes!!!


    Como mencionado a pouco tempo, deixo aqui um breve relato sobre o meu Comando.


    Já faz um tempo que me perguntam como eu faço? O que faço? Se eu uso muito Goldmark? Se eu uso fakes? Enfim, como eu tenho tantas Vitórias, 4% de Províncias Perdidas e K/D alto?


    A resposta é dedicação no que gosto de fazer e determinação em Vencer.


    Possuo apenas uma conta, não utilizo Goldmark (a exceção de Torneios quando o inimigo usa). Ultimamente combati em alguns mapas de Mundo em Chamas, que para mim é o melhor mapa. Decidi postar aqui algumas dicas do que faço.


    Dicas estas não são para novatos, são para quem já tem alguma experiência. Ressalto que eu trabalho usando computador, tenho a possibilidade de estar online praticamente 24h. Mas de nada adianta estar online se Comandares de maneira errada, da mesma forma que de nada adianta usar Goldmark se tiveres pouca Infantaria. Não é sempre que eu jogo, apenas quando tenho tempo disponível. Mas quando tenho tempo, inicio o mapa focado na Vitória.


    Para novatos, sugiro que pesquisem no Fôrum, existe um manual bem elaborado traduzido por alguns membros da HP, Pavilhão (Azor Ahai) e o Mestre Adler. Segue o Link:

    http://bit.ly/biblias1914


    Para mapas Mundo em Chamas


    Costumo entrar no dia zero, para isso eu monitoro o mapa anterior para saber quando fica cheio, desta maneira fico sabendo que outro irá abrir. Tenho dois critérios usados por mim para a escolha do País: que tenha produção alta de Metal/Madeira e que tenha um País NPC, de maneira favorável, próximo para que eu possa atacar no dia um, sem que a minha Defesa seja comprometida com outros Países. Metal e Madeira são os recursos mais importantes, tendo estes em quantidades elevadas nem precisa de Província que produza Petróleo, quem não concorda poderá mudar de opinião quando eu comentar sobre Comércio mais adiante. Sobre o NPC a ser atacado de preferência no dia um é porque se consegue um aumento de moral no País quando se Conquista uma Província Capital, consequentemente a tua produção aumentará além do aumento da moral de tuas tropas. É claro que se tiver a Capital de um País ao lado de jogador com pouca proteção não perdoe, ataque a Capital em vez de NPC.


    Inicio o mapa com a meta de Produzir quatro Fábricas, quando possível cinco, só produzo Fábricas quando sei que terei recursos suficientes para se chegar ao Nível quatro e com produção total, caso contrário produzo menos Fábricas, sendo assim inicio o mapa produzindo as Oficinas e os Blindados nas futuras Fábricas. Quartéis até Nível dois nas Províncias de Duplas, se for fronteira faço Forte. Nas Duplas, após os Quartéis, faço Porto e Ferrovia, de maneira que eu possa iniciar as Fábricas no dia oito, nem que seja com algumas horas de atraso. E por fim, deixo tudo encaminhado para que eu possa produzir dois Navios dia 17. O foco são os Navios, mas no início, mais importante que produzir uma Artilharia é produzir um Cruzador, este será importante nas Guerras contra NPCs com menos perda de Infantaria.


    Diplomacia


    Ao iniciar o mapa, não esqueça de dar Passagem para todos os NPCs para que também, com o tempo, receba Passagem deles. Não subestime ninguém, jamais confie em alguém, no meu caso só confio em outro HP, ou seja, não confie no teu novo Aliado de mapa só por ter Partilha. Perder por traição não é desculpa. Só retiro tropas da fronteira com o Aliado somente depois que ele retira as dele. Costumo enviar propostas de Comércio aos Países, além de uma real intenção de Comércio, outro motivo é para demonstrar simpatia, sempre tem quem solicite Passagem ou Partilha durantes estas mensagens.


    Aqui vai uma dica importante, mesmo quando eu não tenho interesse em aceitar a Oferta de Partilha e/ou Passagem eu nunca rejeito, pelo contrário, imediatamente envio mais umas três mensagens com algum comentário qualquer ou faço mais Ofertas de Comércio com a intenção que a proposta oferecida de Partilha e/ou Passagem “suba” e fique no esquecimento. Isso porque nunca se sabe se será necessário aceitar tal proposta esquecida. Guerras acontecem, nestas horas eu aceito a proposta esquecida, já teve situação em que levei um ataque surpresa e planejado de um vizinho, não perguntei o motivo, mas deve ter sido um ataque preventivo dele achando que eu fosse atacá-lo, perdi algumas Províncias até que eu pudesse Contra-atacar, num determinado momento aceitei Partilha oferecida (e esquecida) e, horas depois, retornei a Guerra na Capital inimiga, uma Maravilha. Tive outras situações.


    Sobre estas coalizões que são formadas, não subestimo, mas me preocupo menos com as maiores, as que aceitam meio mapa. Afinal, são apenas três Medalhas por mapa, dou mais atenção as menores. O correto mesmo é examinar o Registro de Serviço dos integrantes, seu K/D, Vitórias, Províncias perdidas. E ainda assim existe o risco de surgir um experiente com conta nova, neste caso a leitura no jornal é fundamental. Quando no vizinho começam a pipocar Portos, Ferrovias, aumento de moral em Províncias, é milagre ou Goldmark, neste caso não tem jeito, normalmente me torno Aliado ou é proposto PNA. Costumo contratar dois ou três Espiões no dia um, é sempre bom usar Espiões Azuis por serem baratos, sendo que no dia três e quatro sempre os deixo na minha Capital, se houverem Conspirações contra mim, acredito que os dias sejam nestes. Perder devido ao uso de Espiões inimigos não é desculpa.


    Ganho de moral de tropas com a ajuda dos recrutas


    Em Supremacy, moral é o mais importante.


    Província inimiga Conquistada, moral do País aumentando. Por receio de ataque de Espiões Laranjas, nunca deixo todas minhas unidades na Capital, ficam algumas nas fronteiras. Costumo deixar no mínimo duas unidades nas cidades, desta maneira com a chegada do recruta, aparecem três unidades com uma boa moral. Com o passar dos dias, quando eu sei que o recruta será de 100%, destaco cinco unidades 100% posicionando numa outra Cidade 100%( 96 a 100) que ainda não produza recruta 100%, desta maneira o próximo recruta desta cidade será de 100%.


    Ganho de moral de tropas nas Batalhas


    Sempre tenho muuuuito cuidado com a moral das minhas tropas. Sempre que posso, espero pela virada de dia, após a virada avanço com um Exército grande, Conquisto uma ou duas Províncias e recuo para meu Território de moral alta para passar a virada, deixando apenas UMA unidade na Província Conquistada (as), torcendo para que haja Rebelião, desta maneira volto a atacar a mesma Província e ganhar moral com a vitória na Batalha.


    Quando há Rebelião para um País vizinho, eu ataco igual, depois proponho Paz. Faço isso sempre com o mesmo Exército, desta maneira eu consigo aumentar a moral das tropas nos primeiros dias rapidamente ou manter a moral alta nos demais dias. Sem pressa, no início meu avanço é muito lento, sempre focando a moral das tropas, sempre faço um ataque por vez, não divido o Exército. Nunca deixo tropas minhas passar a VIRADA em Províncias minhas recém Conquistadas, incendiadas, por motivos óbvios para que não se perca moral.


    Quando não é possível recuar para meu Território de boa moral para passar a virada, deixo meu Exército em Território de vizinho ou até mesmo em Território inimigo, em qualquer lugar, menos numa Província minha de 25% em chamas. Faço muito o uso de adicionar caminho e atraso de marcha para que o Exército cruze a fronteira após a virada ou antes, se for o caso.


    Para que tu saibas qual seria o melhor Território para se passar a virada com a menor perda de moral, te sugiro que faças testes, ao deixar um Exército num Território, destaque uma unidade de Infantaria e deixe em outro Território, assim, após a virada, tu poderás comparar a moral desta unidade com as unidades de Infantaria do teu Exército. Uma outra situação são tropas que perderam moral devido a Batalhas, estas eu evito ao máximo misturar com recrutas ou outras Tropas de boa moral, estas de baixa e deixo de reserva para alguma Batalha que tenha uma ou duas unidades inimigas, consequentemente um ganho de moral com a Vitória.


    Sobre não dividir meu Exército, isso é apenas no começo. Diferentemente da maioria, eu divido meu Exército em várias Formações.


    Agora tu deve estar pensando que então seria fácil me Destruir, bastaria Aniquilar uma Formação por vez. Tente... Não será tão simples e em pouco tempo tu também dividirá teu Exército e Recuará. Isso se ainda for possível. 😊


    Continua em 2/4.

  • Comércio


    Aqui é um assunto muito importante. Seria possível quase dobrar a produção de recursos de um País? Quintuplicar a produção de Metal num determinado dia? Sim.


    Atenção. As Ofertas que nós vemos na Bolsa de Mercadorias não são as MESMAS Ofertas que todos os Comandantes de todos os Países Veem.


    Ao iniciar um mapa compro na Bolsa toda Oferta de Metal/Madeira/Petróleo/Cereal que esteja a venda por até 5. Em seguida faço Ofertas de venda de Metal/ Madeira/ Petróleo/ Cereal por 6,9 ou 7,5 ou 8,6 ... E também Ofertas de compra (eu pagando) Metal/ Madeira/ Petróleo/ Cereal por 3,5 ou 3,9 ou 4,3. Isso vai depender muito daquilo que aparece de Ofertas na Bolsa. Carvão e Gás, costumo deixar Oferta de compra por 1,4 e de venda por 2,9. Além disto, sempre deixo a produção no máximo de Cereal, Metal e Petróleo, mesmo que fiquem em produção negativa Peixe, Madeira e Gás/Carvão, estes últimos são mais baratos, compenso os estoques com comércio.


    Sim, é isso mesmo, num mesmo dia eu poderei comprar Metal pagando 4,3 e vender por 7,5 ou 8.9 e até por 10,9 ou mais. Mas qual é o demente que pagaria 10,9 se existe quem (ou o que) venda por 4,3? Em sua maioria NPCs e também Comandante com muito Metal e precisando de dinheiro imediatamente. A Bolsa é cruel, quem compra muito algum recurso a tendência é aparecer Ofertas de venda com valores cada vez mais altos.


    Outra maneira de multiplicar recursos é comércio entre Comandantes. Costumo fazer Ofertas como 2x1, 5x3. Menos Petróleo, este sim é sempre 1x1, mas na falta de Petróleo sempre sou socorrido por Persas, Árabes, Venezuelanos, etc... (são Países com Produção alta de Petróleo)


    Mais adiante, quando eu voltar a jogar, deixarei aqui imagens com alguns exemplos de compras e vendas realizadas. Por enquanto tenho esta:




    As compras foram feitas através de Ofertas de compras postadas por mim. As vendas foram feitas através de Ofertas de vendas postadas por mim. Mais explicado que isto impossível.


    Pontuação na Ronda


    No início minha expansão Territorial é mínima. Minha preocupação são Tropas e não Territórios, de nada adianta conquistar Territórios se não tiver como proteger. Aliás, aprendi com um jogador de difícil temperamento e relacionamento, em rondas de Desafio de Alianças o que Vence são Tropas e não Territórios. Ou seja, tendo mais Tropas que o Inimigo os Territórios serão reconquistados. Este princípio, em parte, é aplicado em rondas normais. Sei que com a expansão haverá uma maior produção, mais recrutas, mas se isto for feito sem a devida garantia de proteção, não poderá ser considerada Estratégia e sim Aposta.


    Perder alegando que apostou mal não é desculpa.


    Sobre os Países que se expandem o que faço é ler o jornal, se tiverem muitas baixas em suas Guerras, mais cedo ou tarde serão derrotados, em alguns casos, até mesmo por Aliados. Se tiverem poucas baixas, primeiro verifico construções, muitos Quartéis, Fortes, Ferrovias, Fábricas, neste caso é GM. Se não tiverem muitas construções, é multicontas. Nos dois casos requer atenção.


    Além destes, também fico monitorando Países com pontuação alta em relação ao número de Províncias que possuem, poucas baixas e também a quantidade de Fábricas que produzirão no dia 10, sendo que no mínimo uma Portuária, estes são os bons Comandantes, os experientes, sei que destes sairão o Medalha de Bronze e Prata. :) para estes atenção redobrada.


    A quem esteja se perguntando, nunca denunciei jogadores, adversidades fazem parte da emoção que busco, não denunciei. O jogo é de Guerra, existe satisfação maior do que poder ver relatórios como da imagem abaixo? Neste caso, em Guerra contra cinco Países.




    Até o surgimento da minha primeira Artilharia e/ou Cruzador minha expansão é pífia, depois, aos poucos passa a ser exponencial, começo atacando mais NPCs e Países enfraquecidos, é o início da minha expansão. As Fábricas no meu País original até o dia 15 são Nível 4 a pleno vapor produzindo armamentos, quem hexitou, pensando se me atacaria ou não, já era, perdeu tempo, já foi espionado pelos meus Azuis, já obtive informações através de outros Comandantes, tem menos armamentos que eu, tem Infantaria com menor moral que a minha, é o início de seu fim, é a Guerra.


    Quando é um País com o qual já tive alguns atritos, me deixando ansioso pelo início da Guerra, quando finalmente o momento chega, normalmente envio para esta Ofensiva o meu Comandante General Jack, tendo como prenúncio um anúncio postado no jornal:




    CHEGUEIIII...


    Observação: ao elaborar este texto, eu ainda não havia usado Cavalarias por não estar jogando a algum tempo. Na HP, de alguns que comentaram para mim, foi quase unânime a reclamação da Cavalaria, a principal reclamação é que morre com facilidade. Só não foi unânime porque apenas um defendeu a Cavalaria, o Mestre Adler, bem, Mestre é Mestre. Aqui requer atenção, parece que tem o dobro de poder de ataque em relação ao Blindado, ainda farei uso desta arma e testes, aparentemente parece ser uma boa opção para País com boa produção de Alimentos. Pode até morrer com facilidade mas se ajudar a diminuir baixas e causar uma perda menor de moral da Infantaria em Batalha, poderá ser de muita utilidade.


    Fiquei sabendo agora que há diferença de poder entre defesa e ataque, tanto dos Blindados quanto das Cavalarias, agora está me parecendo uma unidade de uso obrigatório para todos os Países. Esta diferenciação de poder entre defesa e ataque achei uma excelente ideia. Só não gostei da perda de moral nas Batalhas, deveria ser como os Blindados, a Cavalaria perdendo moral perde alguma eventual vantagem sobre os Blindados.


    Batalhas e Guerras


    Na iminência deu Conquistar minha primeira Província, dia 1 ou 2, posto minha Saudação conhecida por alguns:


    Foto.png


    “Saudações!!!


    Enfim, a Guerra, ar puro para os meus pulmões, neste momento informo que algo de ruim paira neste mundo, algo do lado sombrio da Força, algo como medo, receio, dúvida, incerteza, morte. Estarei aqui 24h e em todo lugar o tempo todo, inclusive em suas mentes.


    “A todos que morrerão com honra eu vos saúdo”


    HORROR”


    Continua em 3/4.

  • O que fazer ao ser atacado? Se sentir contente, afinal é um jogo de Guerra. Se a intenção é fazer casinhas que jogue Tíbia ou algo do tipo. Voltando ao ataque, depende.


    É por isso a importância da Diplomacia, troque mensagens com os vizinhos, use Azuis, espione inclusive os Aliados e/ou amigos, procure saber onde estão as tropas dos Países vizinhos, existe Passagem e/ou Partilha de um vizinho com outro País um pouco mais distante e suspeito? Presenteie com recursos seus vizinhos, ofereça ajuda com informações, com dicas. É desta maneira que eu nunca fui surpreendido por uma Invasão de um grande Exército.


    Perder no início de Mapa alegando que foi surpreendido por um ataque de um ou mais Exércitos com 100 ou mais Brigadas cada não é desculpa.


    E se estiverem se aproximando estes dois Exércitos, calma, não é o fim, depende. Primeiro divulgue que o País agressor está desprotegido, peça que Conquistem a Capital do mesmo, se for Exército de um País distante, a moral estará muito baixa, eu deixaria até 30 unidades no Forte na possível Província a ser atacada, mais alguns Blindados, produziria Fortes nas Províncias anteriores, para uma segunda, terceira linha defensiva, o ideal é a Província a ser atacada ter Oficina Nível 2 e estar produzindo Blindado, isso absorve o impacto na batida, estando online, vá reconstruindo Oficina, estando construída, produza Forte, quando Oficina for danificada, interrompa a construção do Forte, reconstrua a Oficina danificada e volte a construção do Forte. Faço o mesmo contra o segundo Exército. A derrota nas primeiras Províncias é certa, mas ainda existirão, 50, 60 unidades de ótima moral em relação ao inimigo, o inimigo passará a virada em Território inimigo ou em seu Território em chamas? (perderá muita moral). É claro que para sobreviver a um ataque desta envergadura é necessário algumas horas online, também alguma ajuda de um Aliado ou amigo. Bem, isso é o de pior que poderia acontecer.


    De qualquer forma, erros inesperados do Inimigo costumam acontecer, acredite na Vitória até o fim. Algo menor que isso é diversão. É por isso a importância de Fortificações nas fronteiras, mesmo fronteira com amigos e/ou Aliados. E também por isso que não inicio a minha expansão sem ter certeza que poderei me defender, pelo menos meu País original. E quando inicio a minha expansão, o faço com cautela, se algum País vizinho reivindica uma ou mais Província do País que estou invadindo, tudo bem, eu concedo, ganharei tempo para Fortificar as Províncias, melhor do que iniciar outra Guerra por Províncias em chamas.


    O que costumo fazer é atacar um País ao lado e tentar posicionar o mínimo possível de Tropas nestas Províncias de baixa moral na hora da virada, por razões óbvias para não perder moral das Tropas na virada do Dia. Para isso eu procuro enganar o Comandante do novo País vizinho que estou em Paz (para que ele não se entusiasme em me atacar), deixo muitas tropas nas Províncias de fronteira, sendo que a maior parte retorna para Província de boa moral para a hora da virada, depois da virada voltam. Terminado a Guerra, planejo a próxima, normalmente contra um País que se encontra no outro lado do meu País original.


    Ou seja, sempre procuro atacar um País que esteja na minha fronteira de Províncias minhas de 100% de moral, assim desta maneira minhas tropas ficam mais perto de Províncias minhas 100% para passar a virada, para isso costumo usar marchas com atraso se eu não estiver online. É claro que isso tudo é a intenção, nem sempre o inimigo permite estes movimentos. A maneira como eu combato numa Guerra mencionarei em seguida.


    No meu começo em Supremacy passei a detestar Blindados e Tanques porque morriam com facilidade e custavam caros, produzia apenas Artilharias e Navios. Quando passei a participar de rondas de Desafio de Alianças percebi que eu estava totalmente errado. Blindados morrem com facilidade mas propiciam uma baixa menor da Infantaria, além de deixar a moral destas maior no final das Batalhas caso não houvessem Blindados. E sobre Tanques, melhor ainda, principalmente em Batalhas com o uso de Artilharias. Tanque eu produzo já na segunda leva de produção nas Fábricas.


    A propósito, em rondas de Desafio também percebi que Exércitos devem estar sempre em marcha, seja avançando (ou em Batalhas de Artilharias) ou recuando, se estiverem parados é porque há algo de errado.


    Bombardeios de Artilharias


    Não existe Batalhas eficientes sem o uso de bombardeamentos, seja Terrestre ou Naval. A não ser em caso excepcional, somente invadirei um País com o uso de apoio de Artilharia. Ou seja, todos os Comandantes se considerem em Paz comigo até o dia 10 ou até a Conquista de todos os NPCs da minha Fronteira. E sou muuuuuito paciente no meu avanço no País a ser Conquistado, após a virada atravesso a Fronteira e inicio o Bombardeamento, antes da virada retorno para minha Fronteira, após a virada volto a Bombardear o inimigo. Se o inimigo decidir me atacar, vou recuando e faço a Defesa na minha Província Fortificada, sempre que possível vou ciclando (ciclo de hora em hora do resultado do dano de ataque), quando não posso ciclar, agrupo tudo, Infantaria, Artilharias e Tanque. As unidades de Artilharias são ótimas na Defesa, ainda mais junto com Tanque, mesmo que batam em mim, posso até perder uma ou duas Artilharias, mas o dano no inimigo será enorme, provavelmente uma Derrota com poucas baixas minhas.


    E se o inimigo estiver ciclando com Artilharias e eu não puder estar online? Num caso destes dividiria as minhas Artilharias e atacaria em outra Província, o Tanque eu deixaria na Fortificação que está sendo Bombardeada. E ainda assim, momentaneamente. Contra um Comandante Ativo não tem o que se fazer se não fores Ativo também. É revidar num momento em que ele não esteja Ativo. Por que deixar Artilharias na Cidade Fortificada que está sendo Bombardeada se estas Artilharias não Bombardearão o inimigo, já que ele está ciclando? Para não facilitar, caso contrário ele deixará as dele Bombardeando sem a preocupação de Ciclar. Também para não facilitar, às vezes, faço uso de unidades a meia-visão (quando se vê que tem tropa inimiga mas sem saber a quantidade), para deixar o inimigo em dúvida se há reforços meus por perto, em alguns casos é apenas uma unidade minha. Também para não facilitar, por exemplo, tenho um Exército de nome XX-101 composto de 200 Infantarias + 20 Blindados + 20 Artilharias vistos pelo inimigo, recuo a XX-101 para uma distância que fique a meia-visão para o inimigo. Neste momento seleciono 199 de Infantaria + 20 B. + 20 A. e desmembro da XX-101, permanecendo a XX-101 com apenas uma unidade e surgindo, por exemplo, a XX-105 composta de 199+20+20. A XX-105 envio para outro lugar para surpreender num ataque, deixando o inimigo pensar que a XX-101, a meia-visão, é o Exército verdadeiro. Há situações e situações.


    Quando ataco um País, meu objetivo inicial não é Conquistar as Províncias e sim causar Baixas. Muitas vezes a Cidade atacada está desprotegida, de fácil Conquista, mas sabendo que reforços inimigos estão vindo eu não Conquisto, deixo os reforços chegarem e continuo com o Bombardeio. Somente quando os reforços inimigos param de vir é que avanço, mas sempre cuidando o momento da virada e assim evitando a perda de moral. Sempre que possível, concentro o ataque em um ou dois Fronts, jamais distribuo a Infantaria em vários ataques, isso é desperdiçar Infantaria. Existem as exceções, atacar em algum lugar com 5 ou 10 unidades para retardar avanço de reforços inimigos, minha derrota é certa, mas com objetivo alcançado.


    O ideal mesmo é o uso de Bombardeio Naval, principalmente os Navios de Combate, quando chegam até deixo de lado Países com Comandantes e passo a atacar NPCs. Até porque não faço questão de estar entre os primeiros na pontuação para não chamar a atenção. Meu objetivo está na produção de armamentos, quando chego entre os primeiros é porque já estou com um Exército muito bem armado, moderno e de moral alta.


    Sobre Canhões Ferroviários é necessário muita atenção, sempre de olho no jornal para saber quem produziu. Normalmente quem tem eu deixo para atacar depois, a não ser em caso excepcional. Se eu estiver pensando em atacar um País que não tenha Canhão Ferroviário, mas se este tiver Fábrica com Ferrovia, com certeza um ataque de Espiões Vermelhos é certo. Antes é claro uma averiguação com Azuis. Seja defensivamente ou ofensivamente costumo posicionar Canhões em Cidades com Ferrovias desativadas com a intensão de surpreender o possível Inimigo. Ativo a Ferrovia num horário que eu acho que não será visto e desativo com a chegada do Canhão Ferroviário. É claro que não é nada garantido, o movimento pode ser visto ou espionado.


    Todavia, faz tempo o último Canhão Ferroviário (CF) produzido por mim. CF é mais para quem fica na Defensiva.


    Continua em 4/4.

  • Passados alguns dias, com muitos armamentos, Navios, minhas Ofensivas passam a ser planejadas para um rápido avanço, já estou com muuuuita Infantaria, minha preocupação com moral passa a diminuir, minha reserva de Infantaria 100% já é enorme. Quando inicio a Ofensiva é de maneira contundente, agressiva, em vários locais com apoio Naval.


    Muitas vezes a Ofensiva é contra vários Países, vou Conquistando e deixando apenas uma unidade, havendo Rebeliões, reconquisto, desta maneira perco menos moral ao não deixar tropas nestas Cidades incendiadas, embora sempre acontece deu reforçar uma ou outra Cidade Conquistada para que não haja Revoltas, alguma em que eu não possa perder tempo e precise seguir com o avanço.


    Ao avançar, Conquisto todas as Províncias de um País, menos a Capital, está deixo sitiada, sem tropas, apenas aguardando o momento certo para a Conquista. Por que sitiar Capital? O ideal é eu Conquistar as Capitais no final de uma Ofensiva, desta maneira acabo com os incêndios nas Províncias e recupero moral das Províncias numa porcentagem considerável. Vejam dois exemplos de Ofensivas minhas:




    Abaixo uma Ofensiva 60 horas após o início:




    Para Ofensivas desta envergadura eu envio outro Comandante, uma mulher, especialista em destruir Países. E como os Comandantes do Mundo esperam por notícias, eu propicio notícias no jornal, ler jornal é muito bom, quem não gosta? Ajuda a relaxar:




    Jornal Escurin


    Notícias vindas do Front por um jornalista estrangeiro relatado em seu jornal, o Clarin Argentino, aqui reproduzido para demonstração sobre o que pensam do nosso incomensurável, magnânimo Líder, nosso Terrível HORROR.


    Particularmente sobre o último avanço das tropas comandadas pelo nosso Marechal de Divisão de Corpos de Exércitos Dilmatrix, nossa mais eficiente destruidora de Países.


    “Presenciei algo inusitado, pela manhã o Comandante Argentino em ordem unida discursava para sua tropa:


    — Homens estamos aqui mantendo posição, apenas aguardando ordens para retomar a Cidade mais próxima recentemente invadida por forças do Eixo do Mal. Seguramente temos mais armamentos, um contingente maior, contingente de tropas de elite. Mas não podemos subestimar o inimigo, temos de apenas lembrar do nosso treinamento e experiência adquirida de outras Batalhas para expulsar o inimigo, libertando a Cidade. Confio plenamente nos Senhores. Dispensados


    Logo após o discurso, se seguiu uma conversa entre os Oficiais e o Comandante:


    — Mas Senhor, de que Exército são os invasores desta Cidade?

    — Já perguntei duas vezes ao Comando Central e nada ainda de resposta, por isso enviei um esquadrão de reconhecimento, em breve saberemos.

    — Serão tropas de HORROR?

    — Impossível. Estão longe. Não tem como marcharem tão rápido. Quem vêm lá? É do esquadrão de reconhecimento?

    — Homem. Onde está o esquadrão e seu Oficial?

    — Só sobrou eu Comandante.

    — Relate o que houve?

    — Muita destruição desproposital, insanidade. Cidade totalmente arrasada e dominada pelo inimigo. E já estão em marcha para a nossa direção, soldados bem armados e motivados. Senhor, na estrada principal de acesso a Cidade se via ao longo dos dois lados da estrada cruzes e estacas. Senhor, haviam corpos nestas cruzes e estacas. Civis e militares crucificados e empalados. Nas maiores ficavam os Oficiais. Senhor, pude ver que alguns ainda se mexiam. Senhor, são tropas de HORROR.


    — ATENÇÃO. Desmontar as peças de Artilharias, dinamitar as trincheiras e bunkers feitos. Vamos recuar, marcharemos em 3h, levar os mantimentos que forem possíveis.


    Hoje encontrei a resposta do porque deste nome de HORROR.


    Saberão e jamais esquecerão os que estiverem em Guerra contra e com HORROR. ”


    Fim da edição de hoje.



    Pacote Aéreo e Naval


    Sempre acompanho no jornal a produção de Navios. Eu só produzi apenas um Submarino para testar. Para mim a utilidade seria apenas contra algum Comandante que esteja usando GM para recuperar moral de Navios, desta maneira, após os meus Bombardeios (dois Navios) eu bateria com o Submarino impedindo-o de recuperar moral por estar em Combate.


    O Submarino tem uma enorme vantagem em relação a um outro Navio, ou seja, em vez de usar três Navios contra um Inimigo, para garantir, melhor usar dois Navios + Submarino contra um Navio Inimigo. Por que? Para evitar que o inimigo, que está sendo atacado por três Navios meus a distância, repasse o Navio dele para um outro Comandante Aliado ou Amigo dele que esteja em Paz comigo, assim cessariam os Bombardeios, o Aliado recuperaria a moral com o uso de GM e fugiria com o meu Navio inimigo. :) Ou bater com um Navio e Bombardear com os outros dois também impediriam dele recuperar com GM. Meus Navios nunca navegam agrupados, a não ser com tropas terrestres, sempre navegam separados, sempre atacam separadamente.


    Por que isso? Eu tendo, por exemplo, quatro Navios separadamente atacando um Navio inimigo, quando faço o primeiro Bombardeio a moral do Navio inimigo vai para 75%, no segundo Bombardeio vai para 50%, no terceiro para 25% e finalmente no quarto é afundado, é raro, mas as vezes o resultado é diferente. Estando os meus quatro agrupados, ao Bombardear o inimigo, é possível que eu consiga diminuir a moral para 50% ou 25%, não afundará na primeira leva de Bombardeiros. Este princípio vale para Artilharias, o ideal seria Bombardear de uma em uma, mas aí seria muita loucura fazer isso, nem eu faço isso com Artilharias, no máximo, em alguns casos, divido as Artilharias que estão agrupadas (sejam 10, 20, 40, etc...) em dois ou três ataques. O resultado de danos no inimigo é sempre melhor do que quando em apenas um Bombardeio.


    IMPORTANTE, estes ataques em separado tem de ser em tempos diferentes (a diferença pode ser até de 1 segundo), não adianta selecionar tudo e atacar, neste caso se perde o efeito mencionado.


    Sobre aviões. No início produzo apenas Caças apenas para espionar Fortificações e para um eventual ataque de Bombardeiros Inimigos. Espionar Submarinos não porque costumo posicionar muitos “batedores” na água. Costumo ter muitos Caças no início, procuro deixar os Caças escondidos ou pelo menos não fico ostentando eles, sempre na esperança deu ser atacado por Bombardeiros. Bombardeiros eu produzo bem mais adiante. Na real, não gosto de Aviões, são abatidos com facilidade. De qualquer maneira precisam ser produzidos, tem uma força destrutiva impressionante, isso a partir de uma formação de 15 Caças + 15 Bombardeiros.


    Este texto fiz após eu ter sido muito honrado e agradecido em ter sido escolhido jogador TOP 1 - 2016 entre os integrantes desta coesa, fraterna e amiga Aliança HP.




    Com este texto espero ter ajudado, mostrado que sempre há o que aprender em Supremacy. Aos que se interessaram por este texto, que tenham dúvidas, opiniões contrárias que surgirão, não as guarde para si, debata com outros Comandantes, o conhecimento é a principal Unidade em Supremacy.


    Gostaria de deixar registrado aqui o meu reconhecimento, tenho certeza que a de todos da HP e de muitos fora da HP, o talento do Zorann em criar imagens que sempre superam a expectativa e encantam os olhos. E o Pavilhão, vulgo Pavi, Azor Ahai, que sempre se apresenta prestativo, respondendo por dúvidas, fazendo uso de uma memória de respeito e conhecimento da operacionalidade de Supremacy.


    A todos que gostaram deste relato sobre a minha Estratégia usada, aos que queiram usar contra mim, aos que tem outras Estratégias melhores que as minhas e também queiram usar contra mim. Fica aqui o meu convite a participarem de um Maravilhoso Mundo em Chamas quando do meu retorno. Também fica aqui meu agradecimento aos que leram e meu Abraço!!!!


    Texto original de 02/2017.




    Sinta-se Convocado


    EU VOLTAREI


    HORROR

  • _HORROR_

    Changed the title of the thread from “Sugestão de Estratégia - 1/4” to “Sugestão de Estratégia”.
  • Saudações!


    Menos Mestre Adler, menos...


    No entanto, muito me Honra este Elogio vir de um Líder como o Adler.


    Costumo afirmar que 50% ou mais da HP é o Adler.


    Tô para ver um Líder melhor!


    HORROR

  • Muito bom o post, parabéns!


    Não vi nada sobre se estacionar as tropas em cidade de membro da coligação, na virada do dia, afeta a moral das tropas ou ela fica estacionada?


    Agradeço desde já!